METZ – A CIDADE JARDIM

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Metz é considerada como cidade luz, cidade patrimônio, cidade jardim. É apelidada de “ville jardin” (cidade jardim) pela grande presença de jardins e água integrados na cidade.

 Embora historicamente Nancy tenha sido a capital do ducado de Lotharingia, foi Metz, que foi escolhida como a capital da recém-criada região de Lorraine, em meados do século XX, devido ao seu passado histórico como a capital da região da Lotharingia.

 

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Metz é glamour para o viajante com promessa de percursos fantásticos no meio da cidade como ao longo das muralhas.
Uma cidade bem perto da divisa entre França, Luxemburgo e Alemanha.

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Situada no nordeste francês, a capital do Loire é um bom destino para quem está em Luxemburgo ou nas redondezas de Trier na Alemanha. De carro ou trem, o acesso à cidade é bem rápido e vale um dia a mais de passeio.

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Possui muitas riquezas imperdíveis de serem vistas.
Pela estrada de carro fica distante 330 Km de Paris, 18 Km de Nancy e 60 Km de Luxemburgo. Localiza-se no nordeste da França, capital da Lorena região da prefeitura de Mosela.

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A cidade, cortada pelo rio Mosel e com uma população com pouco mais de 130mil habitantes, conserva ares de interior, um jeito meio parado no tempo que é logo quebrado quando nos deparamos com um baita shopping ao lado da praça principal.

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A Cour d’Or, é composta por três museus: de Arqueologia, de Arquitetura e Belas Artes. A cidade é um ponto de base ideal para visitar a Região.

CATEDRAL ST. ETIENNE EM METZ

A St. Stephen’s Cathedral é a sede do Bispado de Metz. Foi criada no século XIV. Unindo-se por duas igrejas: a nave de Saint-Etienne, construída no século XIII, foi anexado ao norte de uma das mais velhas Igrejas românicas. Está localizada no coração da cidade, na Place d’Armes, onde se prevê um ponto focal para o “Centre Ville”.

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(ST. STEPHEN’S CATHEDRAL)

Esta nave é o edifício mais elevado da França com os seus 41,41 metros. Construída com pedra típica da região chamada Pierre de Jaumont, de coloração dourada, a catedral se destaca especialmente no pôr-do-sol. Essa pedra pode ser vista em diversos monumentos da cidade e, pode-se dizer que, de fato, ela dá um toque bastante especial a Metz.

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(TEMPLE NEUF)

Bem pertinho da Catedral e atravessando o rio Moselle fica o Temple Neuf, uma igreja protestante em estilo neo-romântico na Ilha de Petit-Saucy. Temple Neuf foi construído em 1903, sob o reinado dos alemães em Metz. Tal como muitos dos territórios transfronteiriços nesta área da França, o controle do poder político foi trocado entre Berlim e Paris durante muitos séculos, tornando-se um local com um sentido multicultural.

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O templo é uma estrutura neo-românico construído perto do extremo sul da pequena ilha em que o teatro Ópera está situado.  A igreja protestante foi construída durante a era alemã, no período em que a Alsácia e o Loire foram anexados à Alemanha (1870-1918). Atrás do templo tem um pequeno parque com macieiras e bancos para descansar. À noite o lugar é perfeito para fazer fotos da cidade iluminada.
E a mais alguns passos a Ópera de Metz Ville.

L’ÓPERA-THÉATRE

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(ÓPERA DE METZ)

Trata-se da mais antiga Ópera-Teatro ainda em funcionamento de toda a França. Construída entre os anos de 1738 e 1752, sua arquitetura é típica do século XVIII. As estátuas que representam as musas, posicionadas ao longo da balaustrada, são obra do artista de Metz, Charles Pêtre e datam do ano 1858.

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O Metz Theatre está situado em uma pequena ilha na ponta do rio da cidade antiga de Metz. Ao lado do magnífico Place de la Comédie, o teatro teve sua construção iniciada em 1738 e demorou cerca de vinte anos para que fosse concluída.

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É o mais antigo teatro da França, que está ainda em funcionamento. Ele abriga um interessante e diversificado programa de eventos durante todo o ano, que vão desde a música tradicional e eventos de destaque.

GRAOULLY – O DRAGÃO DE METZ

O símbolo de Metz Ville é o Graoully, um temível dragão, vencido pelos poderes sagrados de São Clemente de Metz, o primeiro bispo da cidade. A figura está presente em vários locais, representando a vitória do cristianismo sobre o paganismo, e na Rue Taison que fica perto da Catedral tem um enorme pendurado.

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(GRAOULLY DE METZ)

Graoully é um animal mítico com a aparência de um dragão que teria devastado a cidade antes de ser expulso por São Clemente de Metz, o primeiro bispo da cidade. Esta lenda foi a destruição de religiões pagãs para a implantação do cristianismo na cidade. A lenda diz que São Clemente foi enviado por São Pedro para evangelizar Metz. Mas cobras haviam se instalado no anfiteatro e estavam envenenando o ar com sua respiração venenosa, além de impedirem o acesso à cidade.

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As maiores cobras se tornaram um dragão sanguessuga enviado para punir a cidade de Metz. Depois de uma missa, São Clemente foi para o anfiteatro munido com suas duas únicas armas: a estola e orações. Já na entrada as cobras correram para devorá-lo, mas São Clemente as impediu com um único sinal da cruz, tornando-as inofensivas. O bispo escolhe a maior que é o Dragão Graoully e o arrasta ao longo do rio Seille, ordenando que deixe as terras habitadas.

RIO MOSELLE

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O Moselle é um dos rios mais importantes da região. Nesse trecho em que o rio atravessa a cidade existem canais, as margens são urbanizadas, há parques, flores, vias para caminhar e andar de bicicleta. É uma área destinada ao lazer. Em alguns pontos há pessoas praticando esportes aquáticos como canoagem.

MARCHÉ COUVERT

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(MARCHÉ COUVERT)

Ao lado da catedral fica o mercado coberto, bem organizado, tem de padaria a açougue, passando por algumas epiceries e também alguns lugares para petiscar Dentro do marché, além de aproveitar para experimentar as famosas mirabelles, enfrente a fila da Boulangerie D. Mellinger para pedir um quiche lorraine. Também é no mercado que fica o especialista em sopas, Patrick Grumberg, proprietário do bar Soupes a Soup’s. (ter/qua e qui 10h/18h30 e sex/sáb 8h/19h). Não deixe de provar uma sopa saborosa, bons vinhos e atendimento amigável e informal.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA

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(ESTAÇÃO FERROVIÁRIA)

Localiza-se no bairro Imperial  e em estilo neo-românico,  foi construída entre 1905 e 1908 em pedra arenito cinza claro de Niderviller, em contraste com a pedra  de calcário amarela ‘Jaumont’ da maioria dos edifícios da cidade. A forma lembra uma igreja  com o objetivo de representar os poderes religiosos dos Imperadores do Sacro Império.

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No corredor,  o Vitral de Carlos Magno em seu trono e cada coluna com detalhes diferenciados. Em 1995 a Gare foi reformada e as luminárias externas da praça foram desenhadas por Philippe Starck, o que comprova que o contemporâneo pode conviver com outros tipos de arquitetura quando o profissional respeita a história do lugar.

A antiga Gare, considerada muito pequena para o papel militar que Metz exercia perante o império alemão da época, foi substituída por esta a partir de 1908. O estilo chamado “Luz e Ar” do arquiteto berlinense Jürgen Kröger faz a estação parecer uma igreja (ou o castelo de Hogwarts rs) por fora e por dentro pode-se observar detalhes riquíssimos.
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Assim que se sai da Gare pode-se ver umas faixas no chão coloridas em amarelo, roxo e verde. Essas faixas fazem parte de um projeto turístico que divide a cidade em vários percursos que variam dependendo do interesse do viajante. Sendo o amarelo referente a Robert Schad, roxo fala sobre arte de rua, verde mostra os jardins e em vermelho fica a parte histórica e mais linda da cidade.
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Detalhes em algumas áreas indicando a direção de pontos de interesse como, nesse caso, a gare.

CHATEAU D’EAU

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(CHATEAU D’EAU)

Do Centro Pompidou-Metz, é o que podemos ver da torre de água da estação e que graças aos seus quarenta metros de altura. É uma antiga torre de água construída perto da estação de trem em 1908.

Para chegar à torre de água, basta pegar a passagem do Anfiteatro, uma vez que fica a menos de 250 metros do casal da foto anterior.

A torre de água fica à direita da saída da passagem. Oposto é o começo do distrito imperial. À esquerda, a estação ferroviária mais longa da França começa, já que sua fachada tem 300 metros de altura. Os trilhos da estação passam pela passagem.

A torre de água foi construída para alimentar as locomotivas a vapor da estação e ter a água necessária para as centenas de cavalos do exército que viajavam de trem com os soldados da guarnição de Metz. É estilo neo-românico. É o mais valorizado pelos alemães na época da anexação da cidade entre 1871 e 1918. Seus arredores são enormes, quase militares. Acredito que este “quase militar” é um eufemismo, já que a estação servia primeiro às exigências do exército alemão e impunha o poder e a presença do império à população francesa.

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Aqui, o trabalho policromo e os diferentes elementos planejados pelo arquiteto alemão Her Jürgen Kröger demonstram perfeitamente o cuidado dado à aparência deste edifício industrial. Deve ter sido digno da arquitetura excepcional da estação.

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A escolha pela base de uma pedra negra contrasta com o resto da construção feita de pedra mais leve. Acima da porta aparece sempre a palavra “CONCESSÃO”. Este é o local onde os escritórios encarregados da coleta desse imposto foram instalados.

AS PONTES DE METZ

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Metz foi construída parcialmente em ilhas, e a outra parte na margem do rio Moselle, que recebe o nome abreviado de Mosel quando cruza a fronteira para a Alemanha. Uma caminhada pelas pontes enfeitadas com flores no verão é uma bela forma de apreciar a cidade.

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LA PORTE DES ALLEMANDS (PORTA DOS ALEMÃES)

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Esta porta deve o seu nome aos cavaleiros teutônicos ou irmãos hospitaleiros, cujo hospital encontrava-se à proximidade. Ela é a testemunha mais imponente que subsiste das muralhas medievais (séculos XIII ao XVI) e é também um exemplo do período Germânico, uma fortificação que fazia parte das muralhas medievais da cidade e fica bem pertinho da estação ferroviária.

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Foi construído em torno de 1230, quando estava a ser construído um muro para proteger a cidade de ataques inimigos. A área tem sido durante muitos séculos, um local de disputa de controle entre franceses e alemães.

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A cidade, cuja história remonta a 58 A.C. quando se deu sua ocupação pelos romanos, é fruto de uma mistura sem fim: tem monumentos romanos, góticos, renascentistas, barrocos, rococós e muito mais, até seu último edifício em estilo contemporâneo, o Pompidou. Tem ainda forte influência alemã e belga. Para quem curte história, é um prato cheio. Além disso, a cidade é super bem cuidada: os jardins e parques são limpos e maravilhosos, as ciclovias estão em ótimas condições e a programação cultural é intensa.

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(POMPIDOU DE METZ)

O Pompidou promete uma experiência única ao visitante, não apenas pela superfície de 8 mil metros quadrados, mas também por seu formato inédito e seu gigantesco teto com estrutura em madeira clara coberto por fibra de vidro, que possibilita total integração com o meio ambiente.

PLACE DE LA RÉPUBLIQUE E ESPLANADE

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(PLACE DE LA RÉPUBLIQUE)

Uma praça ampla, com uma grande fonte central, muito gramado e rodeada por monumentos históricos como Palais de Justice, Palais du Governeur e Arsenal, um local dedicado à cultura que tem uma agenda completa de exposições e espetáculos, que vão de orquestras tradicionais a apresentações de ballet contemporâneo. Também é nesta região que fica a Chapelle des Trempliers.

JARDIN BOTANIQUE

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Pertinho do canal, o jardim botânico é um lugar de contemplação. Além das flores e pequenos jardins especiais – como o gracioso jardim japonês – esculturas estão espalhadas por toda parte. É possível visitar sua estufa. Programe-se para um piquenique e não vai se arrepender.

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(QUEDA D’ÁGUA)
Metz é uma cidade com encanto sensual, teatro animado num cenário ancestral e contemporâneo, que prolonga-se num futuro ultramoderno. Metz seduz por sua elegância.
Com belos jardins e muita água, Metz convida a descoberta de itinerários pitorescos, a cidade histórica é também europeia e acrescenta um chique urbano a outros prodígios de arquitetura.

GASTRONOMIA

E, para quem aprecia a boa mesa, saiba que a cidade tem vários restaurantes com estrelas Michelin, como o Le Magasin aux Vivres, do chef Christophe Dufossé.

 

AUX MERVEILLEUX – DE FRED

Casa especializada emMerveilleux – uma patisserie do norte da França, que é feita basicamente de suspiro coberto com um creme bem leve.

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Frédéric Vaucamps resolveu há algum tempo ressuscitar a tradicional patisserie, por vezes esquecida. E o resultado é fantástico. São 5 sabores: chocolate branco, chocolate escuro; café, cereja, caramelo e avelãs caramelizadas.

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Embora pareça enjoativo te asseguro que não é não, super leve e muito saboroso.

Bem em frente a Catedral encontramos a Patisserie Jeanparamos para comprar uma baguete fresquinha e mais tarde voltamos para um café com docinhos.

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À noite, pode-se jantar no L’Assiette au Bouef e saborear o carro chefe da casa: entrecôte com molho especial, fritas e de entrada uma saladinha de folhas e nozes.

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As fritas e o molho são servidos a sua vontade, tudo fresquinho. A carne estava muito saborosa. Atendimento excelente, ambiente descontraído  e se for em dias quentes dá para sentar do lado de fora com uma vista linda para o La Temple Neuf.

E de sobremesa, um crème divino.

 

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PRATO TÍPICO DE METZ: QUICHE LORRAINE

É um prato tradicional francês, mas de origem alemã. Seu nome deriva da palavra alemã “kuchen”, que significa “torta” e do nome da região onde foi criada, hoje conhecida como Lorraine. A receita original da quiche nasceu no século XVI, quando Lorraine pertencia à Alemanha e era uma torta aberta recheada com um creme feito de leite e ovos, acrescido de toucinho defumado. Somente depois foi acrescentado queijo à receita.

É hoje conhecida no mundo inteiro. Sua receita possui as três bases fundamentais da gastronomia lorena : o toucinho, o creme de leite e os ovos, tudo isso sobre uma saborosa massa quebrada ou folhada.

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Ingredientes:

Massa:

  • 2 1/2 xícaras de farinha de trigo
  • 125g de manteiga gelada cortada em cubinhos
  • 1 ovo
  • 1 colher (sopa) de água gelada
  • 1 colher (chá) de sal

Recheio:

  • 4 ovos
  • 1 xícara de creme de leite
  • 1 xícara de leite
  • 250g de bacon em cubos
  • sal, pimenta-do-reino e noz moscada a gosto
  • 1 xícara de queijo picado (pode ser mussarela, caipira ou gruyère)

Modo de preparo

Para a massa:

  • Misture a manteiga com a farinha usando as pontas dos dedos, até obter uma farofa.
  • Junte o ovo, misture bem e adicione a água.
  • Incorpore tudo até que forme uma massa homogênea.
  • Modele uma bola, embrulhe em plástico filme e leve para a geladeira por no mínimo 2 horas.
  • Numa superfície polvilhada com farinha de trigo, abra a massa com um rolo e disponha numa forma de fundo removível. Ou pegue pedaços da massa com as mãos e vá preenchendo a forma.
  • Com um garfo, faça vários furos por toda a massa e leve ao congelador enquanto pré-aquece o forno.
  • Enquanto isso, pré aqueça o forno a 200ºC por 10 minutos.
  • Leve a massa ao forno por 7 minutos.
  • Retire a massa do forno, que deve continuar ligado, e reserve enquanto prepara o recheio.

Recheio:

  • Frite o bacon até ficar quase dourado. Escorra em papel toalha e reserve.
  • Em uma vasilha, misture os ovos com o leite e o creme de leite.
  • Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz moscada.
  • Acrescente o bacon, misture bem e disponha por cima da massa já pré-assada.
  • Espalhe o queijo por cima do recheio e leve para assar por 40 minutos, ou até dourar. E está pronta uma deliciosa quiche lorraine!

DOCE TÍPICO DE METZ: MERENGUE DE CHOCOLATE

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INGREDIENTES

Merengue:

  • 6 colheres (sopa) de açúcar impalpável (90 g)
  • 2 colheres (sopa) de cacau em pó (100%)
  • 2 claras grandes em temperatura ambiente
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 1 pitada de cremor tártaro (ou gotas de limão)
  • ½ xícara (chá) de açúcar

Chantilly de cereja:

  • 500 ml de creme de leite fresco + 4 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro (leve ao fogo até ferver, retire, misture 1 colher (chá) de gelatina incolor hidratada em 1 colher (sopa) de água e 1 colher (chá) de essência de baunilha e leve para gelar por 12 horas)
  • 100 g de cerejas em conserva picadinhas e escorridas

    Montagem e decoração:

    • Raspas de chocolate meio amargo para envolver
    • Cerejas em calda com cabinho para decorar

      Modo de Preparo

      Merengue:

      • Peneire o açúcar impalpável com o cacau e reserve.
      • Na batedeira, em velocidade baixa, bata as claras com a colher de açúcar, o sal e o cremor tártaro até começar a ficar firme (cerca de 2 minutos). Aumente a velocidade e bata por mais 4 minutos ou até ficar bem firme.
      • Ainda batendo, adicione o açúcar, aos poucos, e bata até ficar homogêneo. Sem bater, incorpore de uma vez a mistura de açúcar impalpável e cacau com uma espátula.
        • Transfira a massa para um saco de confeitar com bico liso número 7 (14 mm) e, sobre as costas de uma assadeira forrada com papel-manteiga (ou placa de silicone), faça discos de 5 cm de diâmetro.
        • Leve ao forno baixo preaquecido (100°C) por cerca de 2 horas, mantendo a porta levemente aberta com uma colher de pau. Deixe esfriar em local seco e fresco.

        Chantilly de Cereja:

        • Bata a mistura de creme de leite gelada na batedeira até o ponto de chantilly. Sem bater, incorpore a cereja picada.

        Montagem e Decoração:

        • Recheie os discos de merengue 2 a 2 com chantilly. Com uma espátula, cubra o doce com chantilly, deixando somente a parte de baixo sem cobertura. Passe em raspas de chocolate (aperte levemente para fixar), disponha em forminhas, decore com cerejas e leve para gelar antes de servir.
        • Sugestão: Esse doce, também conhecido como ‘merveilleux’, pode ser feito em tamanho grande, com discos de 17 cm de diâmetro.

 

Da lenda do dragão aos monumentos de pedra na cor de ouro e às delícias da cozinha, Metz é encantadora !

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